Pizza personalizada pela Web!

Por Adriano Vieland - 05.06.2008

Vocês lembram de uma aula, uns meses atrás, quando em um dos exercícios os integrantes do grupo de São Paulo (i-Group) apresentaram o projeto do iPizza? Não é que a brincadeira já existe? Não é o mesmo formato, mas é algo bem parecido.

O Ricardo Negreiros, do grupo de estudos de São Paulo (i-Group) indicou um artigo publicado no iMasters, de autoria de Alexandre Formagio, que segue reproduzido abaixo:

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Domino´s e a pizza gerada pela internet. Isto sim é Web 2.0

Sexta-feira à noite. Bate aquela vontade de pedir uma pizza. Você está frente do computador. O que fazer? Entra no site da Domino´s Pizza e faça um pedido oras… Mas claro se você morar fora do Brasil neste caso!

Ao entrar no site da Domino´s, você se depara com esta interface:  

Você se depara com uma pizza enorme te incentivando a comprar e receber rapidamente. Além da facilidade, não há quem resista a uma bela pizza desta. Bela estratégia de marketing fotográfico.

E o melhor é que o site é extremamente focado, sem sessões “enchendo lingüiça”, ou seja, saiba aonde estamos e compre.

Mas esta é a primeira parte da história. Após escolher a pizzaria mais próxima de sua residência, você “configura” sua pizza:

 

Ou seja, você escolhe o tamanho, borda, quais os produtos que compõem a pizza e inclusive a quantidade dos produtos. Ou seja, se você gosta de bastante queijo, manda ver!

E depois de “formatá-la”, basta fechar o pedido e aguardar 30 minutos. Se não chegar, sua pizza sai de graça!

O mais legal é que a Domino´s enxergou algo super interessante. Bons toques de usabilidade!
Lembrando, eu não tenho nenhuma relação com a Domino´s. Mas acho que vale também o elogio a boas praticas.

Grande abraço!

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Leia aqui o original

Quer mashups?

Por Adriano Vieland - 26.03.2008

Se você está procurando por mashups - para conhecer, ter idéias, usar, etc. - um bom site é o ProgrammableWeb (http://www.programmableweb.com/). Nele, diversos recursos interativos voltados ao uso de mapas, fotos, buscas, vídeos, etc.

A experiência online do ‘eu-usuário’ numa viagem

Por Adriano Vieland - 06.02.2008

Parte 1: Férias

Na virada do ano consegui - depois de muito tempo - tirar férias, e o desejo é claro, era de viajar. Eu e minha namorada topamos fazer uma viagem mais ‘light’ - leia-se ‘econômica’ - e assim começamos a nossa busca por opções.

Como de praxe, corri atrás do Guia 4 Rodas da Editora Abril, um tijolo de folhas de papel, com uns dois quilos de peso, muito bem feito diga-se de passagem, contendo muitas… muitas referências para destinos turísticos e meios de hospedagem no Brasil. Tinha o costume de consultar tal guia desde os tempos de ‘guri’, quando ajudava meu pai a planejar as viagens da família.

Buscamos por cidades que encontravam-se dentro daquela referida faixa-categoria ‘light’, e optamos por uma - pequena, pacata, bem longe daquilo que vivemos no nosso dia-a-dia - no interior de Minas Gerais. Até aí nada online certo? Bem, mais ou menos isso; todas, ou pelo menos a maioria das pousadas daquela pequena cidade longe de tudo… tinham um site, sites simples devo reforçar, nada produzido por uma empresa de renome ou que tenha passado por um grande processo de planejamento e desenvolvimento.

Parte 2: Viva os ‘embeds’!

Em linhas gerais, as páginas seguiam o esquema: ‘home’, ‘quem somos’, ‘apartamentos’, ‘lazer’, ‘alimentação’, ‘pacotes’, ‘como chegar’ e ‘contatos’, porém durante essa pesquisa notamos como as ferramentas online gratuítas podem auxiliar e reforçar as vendas (ou reservas, neste caso) enfim, como podem ajudar a promover um produto ou serviço.

A maioria dos sites visitados dispunham não somente de álbum de fotos da infra-estrutura do local, mas também de vídeos de apresentação. Me lembrei por um instante do tempo em que disponibilizar vídeos - por mais simples que fossem - num site causavam uma dorzinha de cabeça chata de ser resolvida.

Os desenvolvedores hoje, pelo menos naqueles casos - onde é visível a questão ‘redução de custo para a produção do site’, simplesmente inseriram o vídeo-apresentação no YouTube e disponibilizaram o ‘embed’ desse no site da pousada e problema resolvido - confesso que o vídeo foi um diferencial na escolha que fizemos.

Parte 3: Alô?

Outro elemento interessante que pudemos conferir - e aplicar efetivamente nessa situação - foi o uso do Skype; as páginas tinham como forma de contato-rápido, uma chamada para o serviço - fizemos as confirmações de reserva utilizando o canal. Engraçado e curioso como a ferramenta caiu tão bem para esse tipo de aplicação. Contato rápido, direto…

Parte 4: Mas e o resto?

Diante isso pensei que outras ferramentas também poderiam ser aplicadas para o apoio na divulgação de um produto ou serviço; por quê os sites das pousadas, por exemplo, também não utilizaram o Flickr para abrigar álbuns de fotos, blogs para narrar o dia-a-dia de grupos de hóspedes, eventos, fatos curiosos para serem compartilhados, mapas de localização e formas de acesso através do Google Maps e comunidades onde hospedes, ex-hospedes, funcionários, enfim, um ambiente de relacionamento entre aqueles que conviveram/convivem na pousada?

Fica aqui a idéia de como ferramentas gratuítas, disponíveis na rede, podem agregar ao nosso/seu negócio. E você, tem alguma idéia de como poderíamos melhorar a divulgação de um serviço ou produto usando ferramentas online/livres, disponíveis na rede?

Estratégias de anunciantes mudando de mãos

Por Ricardo Almeida - 08.12.2007

Nota interessante que recebi ontem por email - e que pode interessar a muitos de vcs…

Agências digitais vão comandar estratégia dos anunciantes
Mas relatório ainda aconselha áreas em que as agências digitais precisam melhorar

A estratégia de marca dos anunciantes vai debandar para as mãos das agências digitais. É o que aponta pesquisa divulgada pela Forrester Research. A estimativa para que isto aconteça é entre 5 e 10 anos. O estudo indica que as agências tradicionais estão em patamar abaixo em comparação com as interativas no que diz respeito ao trabalho direto para comandar estratégias. O que faz a diferença é a capacidade de coletar os dados por meio das mídias interativas, pois é cada vez maior o contingente de consumidores que migra para ao mundo digital. Apesar da previsão, o relatório ainda aconselha áreas em que as agências digitais precisam melhorar. São elas: mídia social, pesquisa de audiência, medições e análises e integração cross-channel. As informações são do site Ad Age.”

Fonte: ADNews

Romper paradigmas, gerar experiências… até que ponto faz sentido?

Por Ricardo Almeida - 06.12.2007

Sites como o dontclick (ou noclick, não lembro direito agora) sempre apareceram por aí, propondo maneiras diferentes de navegar e de ter uma experiência. Mas poucos efetivamente montaram navegações rompendo paradigmas de forma dramática quando o fim é a geração de negócios. Vale a pena acessar esse, que foi discutido na aula de usabilidade do i-mba: www.antoniopuig.com . A empresa faz essências para perfumes - e, se você realmente mergulhar nele (e tiver um pouco de paciência), verá o quão diferente é a proposta.

O que você acha? Faz sentido? Propor uma experiência tão diferenciada vale a pena quando o intuito é gerar negócios - e, portanto, algo muito mais racional e exato do que lúdico?


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