A Guerra do Navegador
Por Adriano Vieland - 04.09.2008Programa do Discovery Channel em 4 episódios; ótima referência, ótimo documento histórico.
Saiba mais em: http://www.discoverybrasil.com/internet/
(via ViuIsso? Por Michel Lent)
Programa do Discovery Channel em 4 episódios; ótima referência, ótimo documento histórico.
Saiba mais em: http://www.discoverybrasil.com/internet/
(via ViuIsso? Por Michel Lent)
O estadao.com.br lançou uma ferramenta muito interessante para o auxílio do eleitor em sua escolha para vereador nas próximas eleições - em São Paulo - trata-se do Vereador Digital.
As buscas podem ser realizadas pela inicial do nome do candidato ou pelo partido; acessando a ficha do candidato, conheça seus dados e preferências, suas propostas, projeto de governo e assista também um vídeo, produzido especialmente para essa ferramenta (aqueles que ainda não disponilizaram seus vídeos são incentivados para isso). Acesse agora e conheça: http://www.estadao.com.br/vereadordigital/
Quer deixar um recado em vídeo? Quer se expressar? Se apresentar? Cantar? Dançar? Pular? Enfim, no 12 seconds, como o próprio diz, você tem 12 segundos para tudo (sic) isso, e quem sabe, com criatividade, mais um pouco. Visite: http://12seconds.tv/
Assista a essa vídeo e se você identificar alguma semelhança ao momento em que está ensinando alguém a usar um computador… mera coincidência!
Vocês lembram de uma aula, uns meses atrás, quando em um dos exercícios os integrantes do grupo de São Paulo (i-Group) apresentaram o projeto do iPizza? Não é que a brincadeira já existe? Não é o mesmo formato, mas é algo bem parecido.
O Ricardo Negreiros, do grupo de estudos de São Paulo (i-Group) indicou um artigo publicado no iMasters, de autoria de Alexandre Formagio, que segue reproduzido abaixo:
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Domino´s e a pizza gerada pela internet. Isto sim é Web 2.0
Sexta-feira à noite. Bate aquela vontade de pedir uma pizza. Você está frente do computador. O que fazer? Entra no site da Domino´s Pizza e faça um pedido oras… Mas claro se você morar fora do Brasil neste caso!
Ao entrar no site da Domino´s, você se depara com esta interface:

Você se depara com uma pizza enorme te incentivando a comprar e receber rapidamente. Além da facilidade, não há quem resista a uma bela pizza desta. Bela estratégia de marketing fotográfico.
E o melhor é que o site é extremamente focado, sem sessões “enchendo lingüiça”, ou seja, saiba aonde estamos e compre.
Mas esta é a primeira parte da história. Após escolher a pizzaria mais próxima de sua residência, você “configura” sua pizza:
Ou seja, você escolhe o tamanho, borda, quais os produtos que compõem a pizza e inclusive a quantidade dos produtos. Ou seja, se você gosta de bastante queijo, manda ver!
E depois de “formatá-la”, basta fechar o pedido e aguardar 30 minutos. Se não chegar, sua pizza sai de graça!
O mais legal é que a Domino´s enxergou algo super interessante. Bons toques de usabilidade!
Lembrando, eu não tenho nenhuma relação com a Domino´s. Mas acho que vale também o elogio a boas praticas.
Grande abraço!
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Vi no Blue Bus e achei legal compartilhar. Imagine um dia sem notícias: não há guerras, ninguém morreu, nenhuma história engraçada… nada, simplesmente nada aconteceu para ser noticiado. O vídeo agrupa uma sequência de colagens de âncoras da BBC nos instantes seguintes ao encerramento dos telejornais, enquanto correm as legendas de créditos.
A Smashing Magazine (http://www.smashingmagazine.com) apresenta no seu tradicional post de “inspiração” para segundas-feiras, uma celebração à pixel art. São dezenas de exemplos, inclusive, fora do ambiente digital. Acesse aqui o post e divirta-se.
![]()
Vídeo interessante e que tem a ver com a aula de ontem.
Dica do Johnny e da Anna!
Se você está procurando por mashups - para conhecer, ter idéias, usar, etc. - um bom site é o ProgrammableWeb (http://www.programmableweb.com/). Nele, diversos recursos interativos voltados ao uso de mapas, fotos, buscas, vídeos, etc.
Gostaria de dividir com vocês a experiência de navegar pelo VerveEarth; a proposta é curiosa: você conhece, teoricamente, o local no “mundo real”, onde se encontra o site (ou melhor, os autores, de blogs, fotologs, etc.). É uma busca geográfica por autores e sites, permitindo a visualização de últimas atualizações, profiles, etc. Conheça e descubra cabeças pensantes em sua “comunidade”, visite: http://www.verveearth.com.
O logo mais famoso e presente dos nossos dias, que já elenca certamente entre os mais famosos de todos os tempos é assim, simples, com letras serifadas, e para muitos, feio - mas poderia ter sido pior!
Veja nessa matéria da Wired como o logo do Google se transformou no que é hoje. É curioso.

Parte 1: Férias
Na virada do ano consegui - depois de muito tempo - tirar férias, e o desejo é claro, era de viajar. Eu e minha namorada topamos fazer uma viagem mais ‘light’ - leia-se ‘econômica’ - e assim começamos a nossa busca por opções.
Como de praxe, corri atrás do Guia 4 Rodas da Editora Abril, um tijolo de folhas de papel, com uns dois quilos de peso, muito bem feito diga-se de passagem, contendo muitas… muitas referências para destinos turísticos e meios de hospedagem no Brasil. Tinha o costume de consultar tal guia desde os tempos de ‘guri’, quando ajudava meu pai a planejar as viagens da família.
Buscamos por cidades que encontravam-se dentro daquela referida faixa-categoria ‘light’, e optamos por uma - pequena, pacata, bem longe daquilo que vivemos no nosso dia-a-dia - no interior de Minas Gerais. Até aí nada online certo? Bem, mais ou menos isso; todas, ou pelo menos a maioria das pousadas daquela pequena cidade longe de tudo… tinham um site, sites simples devo reforçar, nada produzido por uma empresa de renome ou que tenha passado por um grande processo de planejamento e desenvolvimento.
Parte 2: Viva os ‘embeds’!
Em linhas gerais, as páginas seguiam o esquema: ‘home’, ‘quem somos’, ‘apartamentos’, ‘lazer’, ‘alimentação’, ‘pacotes’, ‘como chegar’ e ‘contatos’, porém durante essa pesquisa notamos como as ferramentas online gratuítas podem auxiliar e reforçar as vendas (ou reservas, neste caso) enfim, como podem ajudar a promover um produto ou serviço.
A maioria dos sites visitados dispunham não somente de álbum de fotos da infra-estrutura do local, mas também de vídeos de apresentação. Me lembrei por um instante do tempo em que disponibilizar vídeos - por mais simples que fossem - num site causavam uma dorzinha de cabeça chata de ser resolvida.
Os desenvolvedores hoje, pelo menos naqueles casos - onde é visível a questão ‘redução de custo para a produção do site’, simplesmente inseriram o vídeo-apresentação no YouTube e disponibilizaram o ‘embed’ desse no site da pousada e problema resolvido - confesso que o vídeo foi um diferencial na escolha que fizemos.
Parte 3: Alô?
Outro elemento interessante que pudemos conferir - e aplicar efetivamente nessa situação - foi o uso do Skype; as páginas tinham como forma de contato-rápido, uma chamada para o serviço - fizemos as confirmações de reserva utilizando o canal. Engraçado e curioso como a ferramenta caiu tão bem para esse tipo de aplicação. Contato rápido, direto…
Parte 4: Mas e o resto?
Diante isso pensei que outras ferramentas também poderiam ser aplicadas para o apoio na divulgação de um produto ou serviço; por quê os sites das pousadas, por exemplo, também não utilizaram o Flickr para abrigar álbuns de fotos, blogs para narrar o dia-a-dia de grupos de hóspedes, eventos, fatos curiosos para serem compartilhados, mapas de localização e formas de acesso através do Google Maps e comunidades onde hospedes, ex-hospedes, funcionários, enfim, um ambiente de relacionamento entre aqueles que conviveram/convivem na pousada?
Fica aqui a idéia de como ferramentas gratuítas, disponíveis na rede, podem agregar ao nosso/seu negócio. E você, tem alguma idéia de como poderíamos melhorar a divulgação de um serviço ou produto usando ferramentas online/livres, disponíveis na rede?
Um repositório online de publicações, a maioria delas independentes e relacionadas a arte. Fanzines digitais, revistas, documentos… uma grande referência para designers e fotografos, uma grande experiência de navegabilidade e usabilidade. Vale a visita, acesse e conheça o Issuu.
Já se imaginou na capa da Time? Da Cosmopolitan? Rolling Stone? Vogue? Não? Ah, então conheça o MagMyPic, uma daquelas inutilidades engraçadinhas que você pode encontrar na rede…
Funciona assim: você faz a busca por um artista ou banda, o resultado apresenta a capa dos cds desse artista ou de artistas relacionados. Você clica sobre o cd de sua preferência e uma janela lateral carrega o track-list (a lista de músicas) desse álbum.
Sobre o tracklist, abas contendo reviews, o verbete no Wikipedia, link para a compra do cd na Amazon, e a possibilidade de adicionar esse artista como favorito. Ah, o mais legal, logo abaixo, um player toca, em formato de vídeo, as músicas desse álbum!
Acesse o musicmesh e tenha uma grande experiência em termos de busca, usabilidade, interação com o usuário, e um ótimo exemplo de mush-up com serviços da web 2.0.
(Dica obtida no blog do Tiago Dória)
“Um site feito pelos internautas e um programa de rádio que só toca o que o site pedir. Esta é a idéia do RadarCultura”. Acabou de sair do forno… foi lançado agora a pouco. Vale a pena conhecer!
O projeto está bem no início, mas está aí uma idéia muito bacana para conhecermos novos livros e autores (e por quê não, pessoas com as mesmas afinidades literárias que você?). Achei interessante a proposta da 22books (http://www.22books.com), resta-nos participar e ver se vai vingar; você se cadastra e cria sua própria lista de “livros favoritos”, ou encontra no site uma série de listas já montadas por outros usuários.
Não existem muitas listas publicadas, mas potencial para virar uma “ferramenta mix” de mecanismo de busca, rede social e recomendação de usuários, ah, isso já tem. Já existem listas de “livros que mudaram minha vida” a “os melhores livros de webdesign”. Bom, vale a pena conhecer (uma versão tupiniquim seria bem legal heim?)
Clique aqui e acesse a lista que eu montei, das minhas recomendações.
Estava lendo esta nota há pouco, sobre um evento do Grupo Meio & Mensagem, que aconteceu na última terça-feira 11/12, onde especialistas da área discutiram sobre o comportamento do consumidor frente a web 2.0. Muito interessante.
“Meio Digital discute o consumidor da nova era
Evento contou com a participação de André Bianchi, do Grupo Estado, Caíque Severo, do iG e Paulo Loeb, da F.biz
Aprender a lidar com o consumidor que está conectado o tempo todo e exerce um poder muito maior na chamada Web 2.0 é o desafio enfrentado pela indústria da comunicação assim como por anunciantes e agências de publicidade. Em debate realizado nesta terça-feira, 11, para o lançamento da terceira edição da revista Meio Digital, do Grupo Meio & Mensagem, profissionais do setor discutiram o que vem sendo chamado de User Generated Content (UGC), ou seja, o internauta como um novo produtor de conteúdo. “Na internet as chances de ser criticado pelos usuários são muito grandes e, por isso, as empresas devem tomar cuidado com seus produtos e com o relacionamento que nutrem com seus consumidores. Motivá-los a participar e interagir com a marca é um caminho irreversível”, comentou Caíque Severo, diretor de conteúdo do Internet Group (iG).
Também participante da mesa de debatedores, André Bianchi, diretor de Estratégias Digitais e Novos Negócios do Grupo Estado, lembrou o recente episódio que causou rusgas entre o grupo e blogueiros brasileiros em razão de uma campanha publicitária mal interpretada. “Estamos em fase de experimentação e sujeitos aos acertos e aos erros. Essa campanha que mencionava os blogueiros gerou uma repercussão negativa, mas com o aprendizado conseguimos lançar com grande sucesso nosso portal jovem”, disse Bianchi em referência ao Limão, projeto que inclui conceitos de redes sociais e conteúdo focado nos jovens e, muitas vezes, produzido pelos próprios visitantes. “Para se ter uma idéia estamos recebendo uma série de emails de pessoas interessadas em entrar para as comunidades do Limão e participar de nossos comerciais”, contou Bianchi, que afirmou ainda enxergar na nova era digital uma gama de oportunidades para se faze também publicidade para nichos de consumidores como forma de otimizar os resultados.
A idéia de segmentar a propaganda e deixar o consumidor interagir ativamente dos processos de comunicação dos anunciantes também foi defendida por Paulo Loeb, diretor de atendimento da F.biz. “A aproximação tem que ser vista de forma positiva pelas empresas e agências. Não é mais possível tentar controlar e muito menos se omitir diante deste cenário. Para manter a boa relação é importante que se ofereça conteúdo mantendo o foco na mensagem que o anunciante quer passar para o mercado e sempre dar retorno aos internautas”, disse Loeb. “Ninguém mais compra qualquer produto ou qualquer idéia. É preciso entregar o que se propõe sempre e entender quem está do outro lado da rede”, finalizou.”
Comentários recentes